Conflitos modernos
Resolver conflitos em sala de aula sempre foi uma
das situações que o professor precisa lidar. E como o mundo muda, mudam também
os conflitos. Uma situação com a qual muitos professores têm que lidar na
atualidade é a orientação sexual dos alunos, orientação que tem se
manifestado cada vez mais cedo mais cedo.
Tanto nas escolas públicas, quanto nas particulares, estudantes de quinze, treze e até de onze anos, manifestam suas preferências sexuais, e alguns até mesmo falam abertamente sobre a mesma. Numa experiência que aconteceu recentemente numa escola em Brasília, um aluno de treze anos, se declarou abertamente bissexual perante toda sua classe. Sua declaração, feita de forma impulsiva, causou uma série de transtornos para o estudante, seus professores e até colegas que não esperavam lidar com uma declaração desta tão cedo. Entre os colegas do estudante, um aluno especial até mesmo agrediu verbalmente o colega gerando uma grande confusão que foi parar na coordenação da escola. A pergunta que não cala é: poderia este conflito ser evitado?
Uma inspeção cuidadosa do contexto mostra que sim. Analisando o currículo da escola, observou-se que a instituição não oferece aulas de educação sexual, ou um trabalho que fale das diferenças, sejam elas sociais, religiosas, sexuais, entre outras. Além disso, os professores, coordenadores e orientadora, não conversaram com o aluno bissexual, embora ele já tivesse falado de forma mais discreta sobre o assunto, para garantir que o estudante estava preparado para sua declaração pública e suas possíveis consequências.
O caso descrito acima, mostra que a comunidade escolar ao planejar as atividades escolares, precisa estar preparada para lidar com este novo tipo e conflito. Como ela pode fazer isso? Antecipando o mesmo e ensaiando, por assim dizer, suas possíveis soluções; aulas que trabalhem as diferenças entre as pessoas e que faça uma conexão com os direitos humanos, educação sexual que aborde as novas configurações de família e um espaço aberto constante para uma comunicação franca e esclarecedora, são algumas possíveis medidas que precisam ser adotadas.
Com a mudança constante da sociedade, cada vez mais os conflitos serão diferentes, e até mesmo surpreendentes. Mas é obrigação da comunidade escolar estar pronta para pelo menos buscar uma solução.
Tanto nas escolas públicas, quanto nas particulares, estudantes de quinze, treze e até de onze anos, manifestam suas preferências sexuais, e alguns até mesmo falam abertamente sobre a mesma. Numa experiência que aconteceu recentemente numa escola em Brasília, um aluno de treze anos, se declarou abertamente bissexual perante toda sua classe. Sua declaração, feita de forma impulsiva, causou uma série de transtornos para o estudante, seus professores e até colegas que não esperavam lidar com uma declaração desta tão cedo. Entre os colegas do estudante, um aluno especial até mesmo agrediu verbalmente o colega gerando uma grande confusão que foi parar na coordenação da escola. A pergunta que não cala é: poderia este conflito ser evitado?
Uma inspeção cuidadosa do contexto mostra que sim. Analisando o currículo da escola, observou-se que a instituição não oferece aulas de educação sexual, ou um trabalho que fale das diferenças, sejam elas sociais, religiosas, sexuais, entre outras. Além disso, os professores, coordenadores e orientadora, não conversaram com o aluno bissexual, embora ele já tivesse falado de forma mais discreta sobre o assunto, para garantir que o estudante estava preparado para sua declaração pública e suas possíveis consequências.
O caso descrito acima, mostra que a comunidade escolar ao planejar as atividades escolares, precisa estar preparada para lidar com este novo tipo e conflito. Como ela pode fazer isso? Antecipando o mesmo e ensaiando, por assim dizer, suas possíveis soluções; aulas que trabalhem as diferenças entre as pessoas e que faça uma conexão com os direitos humanos, educação sexual que aborde as novas configurações de família e um espaço aberto constante para uma comunicação franca e esclarecedora, são algumas possíveis medidas que precisam ser adotadas.
Com a mudança constante da sociedade, cada vez mais os conflitos serão diferentes, e até mesmo surpreendentes. Mas é obrigação da comunidade escolar estar pronta para pelo menos buscar uma solução.
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