Psiconeurótica, assim sou carinhosamente chamada por algumas amigas e claro que esse título tem muito a dizer sobre mim.
Sempre me achei diferente, talvez um pouco depressiva. O fato é que é mais do que isso. Quando me dei conta disso pensei que eu era um pouco neurótica. Na verdade neurótica é pouco. Não sou desencanada como as outras pessoas, "mas que mulher não é neurótica?" dirão, é verdade. Toda mulher é meio neurótica. Embora veja o lado bom das coisas, não deixo de remoer com as adversidades da vida. Confesso, gosto de drama.
Em contrapartida sou uma meiga professorinha, que acredita na educação como o caminho para utopia, acredita que ainda exista um amor romântico. Vai entender.
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